<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>MG advogados</title>
	<atom:link href="https://en.mgadvog.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://en.mgadvog.com.br</link>
	<description>mg advogados mg advog mg advocacia advocacia taboao da serra juridico preventivo planejamento societario planejamento tributario recuperação de tributos</description>
	<lastBuildDate>Fri, 21 Feb 2020 12:11:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>en-US</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Até onde a empresa é responsável pelos atos ilícitos de funcionários?</title>
		<link>https://en.mgadvog.com.br/ate-onde-a-empresa-e-responsavel-pelos-atos-ilicitos-de-funcionarios/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ate-onde-a-empresa-e-responsavel-pelos-atos-ilicitos-de-funcionarios</link>
					<comments>https://en.mgadvog.com.br/ate-onde-a-empresa-e-responsavel-pelos-atos-ilicitos-de-funcionarios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2020 13:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://en.mgadvog.com.br/?p=13003</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você recebe a inesperada notícia de que seu funcionário está sendo investigado pela prática de suposto crime de tortura, e, ainda, que o crime teria acontecido dentro da sua empresa. Muitas dúvidas passam pela cabeça do empregador: minha empresa sofrerá penalização? Serei responsabilizado pelo crime? Como fica o contrato de trabalho desse empregado? Entre outras....</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/ate-onde-a-empresa-e-responsavel-pelos-atos-ilicitos-de-funcionarios/">Até onde a empresa é responsável pelos atos ilícitos de funcionários?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row "><div class="wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended" style="padding-top:0px;padding-bottom:0px" id="wpv-column-76971bee4f02dd9aeaabdc849d6c8723" ><p>Você recebe a inesperada notícia de que seu funcionário está sendo investigado pela prática de suposto crime de tortura, e, ainda, que o crime teria acontecido dentro da sua empresa. Muitas dúvidas passam pela cabeça do empregador: minha empresa sofrerá penalização? Serei responsabilizado pelo crime? Como fica o contrato de trabalho desse empregado? Entre outras.</p>
<p></p>
<p>Não há uma solução única para esta situação, entretanto, é necessário ter cautela. Pois, quando um funcionário e prepostos cometem um crime dentro do ambiente de trabalho, a empresa também é responsável.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O caso de tortura ocorrido no Supermercado</strong></h2>
<p></p>
<p>Nesta semana, a Polícia Civil de São Paulo instaurou inquérito para apurar suposto crime de tortura que teria acontecido no interior de uma grande rede de Supermercado. Em vídeo que circula em redes sociais, um menor de 17 anos aparece nu e recebendo chicotadas, por supostamente ter tentado furtar um chocolate no estabelecimento.</p>
<p></p>
<p>Toda cena foi gravada e divulgada pelo WhatsApp. O adolescente denunciou os dois seguranças pela prática de tortura. O caso está sendo investigado pelo 80º Distrito Policial. O delegado analisou as imagens de câmeras de segurança e identificou os autores do crime, que serão ouvidos, além de funcionários do supermercado.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>A responsabilidade dos empregadores</strong></h2>
<p></p>
<p>A legislação aborda não somente a relação de emprego, mas também toda e qualquer relação com subordinação, chamada de preposição.</p>
<p></p>
<p>Nas últimas condenações, de casos semelhantes, o Superior Tribunal de Justiça, tem determinado o pagamento de indenização por danos materiais, lucros cessantes e danos morais pelo empregador.</p>
<p></p>
<p>O Código Civil, em seu artigo 932 aborda a responsabilidade civil por ato de terceiro e especificamente destaca a relação trabalhista:</p>
<p></p>
<p><em>Art. 932. São também responsáveis pela reparação civil:</em></p>
<p></p>
<p><em>(…) III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele;</em></p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como estar prevenido?</strong></h2>
<p></p>
<p>O assunto ganhou grande repercussão frente o desfecho trágico. Contudo, inúmeras são as situações que podem desencadear indenizações vultuosas. Por isso, o Jurídico Preventivo é essencial para todas as empresas, pois ele cria procedimentos a serem adotados diante das inúmeras situações enfrentadas pela empresa.</p>
<p></p>
<p>Inicialmente, o Jurídico Preventivo é implantado mediante realização de auditorias internas, onde será obtida a real situação do cliente, aplicando-se, posteriormente, treinamentos e regramentos necessários.</p>
<p></p>
<p>Independente da situação levantada, é realizado um treinamento referente a danos morais frente a subordinados e consumidores e auditoria junto ao departamento pessoal, objetivando o integral cumprimento da legislação trabalhista e previdenciária em vigor.</p>
<p></p>
<p>Ainda está com dúvidas e precisa do suporte de um <a href="https://en.mgadvog.com.br/">escritório de advocacia</a>? <a href="https://en.mgadvog.com.br/contato/">Fale com um advogado. </a></p>
<p></p></div></div><p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/ate-onde-a-empresa-e-responsavel-pelos-atos-ilicitos-de-funcionarios/">Até onde a empresa é responsável pelos atos ilícitos de funcionários?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://en.mgadvog.com.br/ate-onde-a-empresa-e-responsavel-pelos-atos-ilicitos-de-funcionarios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O cram down na Recuperação Judicial</title>
		<link>https://en.mgadvog.com.br/o-cram-down-na-recuperacao-judicial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-cram-down-na-recuperacao-judicial</link>
					<comments>https://en.mgadvog.com.br/o-cram-down-na-recuperacao-judicial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2019 17:10:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://en.mgadvog.com.br/?p=12722</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com a finalidade de preservar empresas, manter empregos, assegurar o pagamento de dívidas e garantir a arrecadação de impostos, é permitido ao magistrado intervir e aprovar o plano de recuperação judicial mediante cram down &#8211; instrumento que concede a aprovação de um plano de recuperação mesmo após ele ser rejeitado pela Assembleia Geral de Credores....</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/o-cram-down-na-recuperacao-judicial/">O cram down na Recuperação Judicial</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="row "><div class="wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended" style="padding-top:0px;padding-bottom:0px" id="wpv-column-dd6cb018d21de7fdc2958fe41313b18f" ></p>
<p>Com a finalidade de preservar empresas, manter empregos, assegurar o pagamento de dívidas e garantir a arrecadação de impostos, é permitido ao magistrado intervir e aprovar o plano de recuperação judicial mediante <em>cram down</em> &#8211; instrumento que concede a aprovação de um plano de recuperação mesmo após ele ser rejeitado pela Assembleia Geral de Credores.</p>
<p>Segundo o artigo 45 da lei de recuperação judicial, durante a fase deliberativa, todos os credores devem aprovar o plano de recuperação judicial. Contudo, segundo o artigo 58, parágrafo primeiro, o juiz pode validar a proposta mesmo sem a aprovação da Assembleia Geral de Credores. Isso será possível quando:</p>
<ul>
<li>O voto favorável de credores que representem mais da metade do valor de todos os créditos (inciso I);</li>
<li>A aprovação de duas das três classes de credores, ou, no caso da existência de apenas duas classes, a concordância de pelo menos uma delas (inciso II);</li>
<li>E o voto favorável, na classe que tenha rejeitado o plano, de mais de um terço dos credores (inciso III).</li>
</ul>
<p>O <em>cram down</em> pode ser aplicado caso seja constatado que a maioria dos credores de outras classes concordam com a aprovação o plano de recuperação. Todavia, ainda que não estejam preenchidos todos os requisitos legais do artigo 58, o magistrado ainda pode aprovar o plano.</p>
<p>Nota-se, que durante a votação na Assembleia Geral de Credores, são feitas exigências descabidas, dificultando sua concessão, como, por exemplo, solicitar o pagamento em condições iguais ao do crédito com garantia real. Sendo assim, permite-se a interferência do judiciário para aprovação do plano. O juiz considera a preservação da empresa e de sua função social, além do contexto nacional, antes de analisar exigências inadequadas.</p>
<p>No processo de recuperação judicial o legislador visa garantir o bem estar social, a geração de empregos e a fomentação da economia no país, considerando o interesse comum das partes, isto é, a empresa endividada, seus credores, funcionários, e até mesmo o governo. Aprovando-se o plano de recuperação judicial, a empresa pode se reorganizar para retomar os negócios e pagar seus débitos, evitando que a sociedade sofra com os reflexos de uma falência.</p>
<p></div></div></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/o-cram-down-na-recuperacao-judicial/">O cram down na Recuperação Judicial</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://en.mgadvog.com.br/o-cram-down-na-recuperacao-judicial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 benefícios da recuperação judicial</title>
		<link>https://en.mgadvog.com.br/5-beneficios-da-recuperacao-judicial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=5-beneficios-da-recuperacao-judicial</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2019 17:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://en.mgadvog.com.br/?p=12702</guid>

					<description><![CDATA[<p>A sua empresa está atravessando uma crise? As dívidas se acumularam e você não sabemais o que fazer? Já chegou a pensar, inclusive, em declarar falência? Arecuperação judicial pode ser a solução para o seu problema, pois, com ela, vocêganha fôlego para retornada dos negócios. Gostou da ideia? Então, primeiro, vamos conhecer 5 benefícios da...</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/5-beneficios-da-recuperacao-judicial/">5 benefícios da recuperação judicial</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row "><div class="wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended" style="padding-top:0px;padding-bottom:0px" id="wpv-column-200e9964bc76ebc024e20fda573b10fd" ><p>A sua empresa está atravessando uma crise? As dívidas se acumularam e você não sabe<br />mais o que fazer? Já chegou a pensar, inclusive, em declarar falência? A<br />recuperação judicial pode ser a solução para o seu problema, pois, com ela, você<br />ganha fôlego para retornada dos negócios.</p>
<p></p>
<p>Gostou da ideia? Então, primeiro, vamos conhecer 5 benefícios da recuperação judicial.<br />Em seguida, para exemplificar, falaremos sobre uma empresa fictícia, onde a<br />recuperação judicial traria bons resultados. Confira:</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Facilitar o pagamento de dívidas</strong></h2>
<p></p>
<p>Uma das principais vantagens da recuperação judicial é a possibilidade de renegociar e<br />adiar dívidas. Com isso, a empresa ganha fôlego para retornada dos negócios.</p>
<p></p>
<p>Há casos em que empresas conseguem pagar dívidas de forma mais diluída e com deságio.<br />Esse deságio já chegou a atingir 70% em algumas negociações, tudo a depender do<br />acordo com os credores no Plano de Recuperação.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Possibilita acordos ou convenções coletivas de trabalho</strong></h2>
<p></p>
<p>A recuperação judicial permite a realização de acordos entre a empresa e o<br />sindicato dos empregados e com convenções coletivas de trabalho. Com isso, é<br />possível pagar débitos atrasados e negociar redução de jornada de trabalho e<br />salário até que tudo se reestabeleça.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Imunidade aos pedidos de decretação de falência</strong></h2>
<p></p>
<p>Durante o processo de recuperação judicial, a empresa fica imune aos pedidos de<br />decretação de falência requeridos pelos credores.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>4. Negociação de débitos com credores</strong></h2>
<p></p>
<p>Durante o processo, a empresa e os credores têm oportunidade de dialogar em busca de<br />soluções para o pagamento dos débitos. Nesse sentido, pode ser proposto a<br />cessão de bens e estabelecimentos comerciais, participação em lucros futuros,<br />entre outros métodos de compensações de débitos.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>5. Suspender ações e execuções judiciais</strong></h2>
<p></p>
<p>O juiz suspende ações judiciais e execuções contra a empresa por até 180 dias. Com<br />isso, evita-se o bloqueio de contas bancárias e penhora dos bens.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como saber se a recuperação judicial é indicada para a minha empresa?</strong></h2>
<p></p>
<p>Imagine uma padaria de médio porte que atua em uma cidade com 250 mil habitantes. A<br />empresa tem mais de 50 fornecedores de segmentos diferentes e emprega cerca de 80<br />colaboradores.</p>
<p></p>
<p>Em momentos de instabilidade econômica, diminui-se o número de consumidores e, com<br />isso, o ticket médio de vendas da padaria reduzem. Deste modo, o fluxo de caixa<br />e a lucratividade são atingidos, fazendo com que a empresa não consiga pagar os<br />fornecedores, os colaboradores e os impostos.</p>
<p></p>
<p>As linhas de créditos se esgotam e a padaria fica sem opções de empréstimos. Com<br />isso, ela começa a atrasar os pagamentos e torna-se inadimplente. Depois de<br />alguns meses, os credores começam a cobrar seus direitos na Justiça, pedindo a<br />execução da empresa com intuito de receberem o que é devido.</p>
<p></p>
<p>Nesse exemplo, a recuperação judicial pode ser uma saída para a empresa reerguer-se<br />novamente, pagando seus credores e tornando a empresa saudável novamente.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>
<p></p>
<p>Neste conteúdo falamos da recuperação judicial, uma solução vantajosa para empresas<br />endividadas e em crise financeira, principalmente por permitir seu<br />reestabelecimento.</p>
<p></p>
<p>É importante salientar que o<a href="https://en.mgadvog.com.br/compliance-fiscal-o-que-e-para-que-serve-e-como-colocar-em-pratica/"> compliance</a> é um excelente investimento para evitar que a empresa chegue à esse ponto.</p>
<p></p>
<p>Conte com a MG Advogados para identificar o procedimento mais adequado a realidade da sua empresa. Em todo caso, somos especializados em recuperação judicial, e atuamos para que o processo seja bem sucedido, e a empresa esteja equilibrada e fortalecida novamente.</p>
<p></p>
<p>SAIBA MAIS: https://youtu.be/oMQboJqNDao</p>
<p></p></div></div><p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/5-beneficios-da-recuperacao-judicial/">5 benefícios da recuperação judicial</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As fases da recuperação judicial</title>
		<link>https://en.mgadvog.com.br/as-fases-da-recuperacao-judicial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=as-fases-da-recuperacao-judicial</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 20:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://en.mgadvog.com.br/?p=12686</guid>

					<description><![CDATA[<p>A recuperação judicial busca evitar que uma empresa com problemas financeiros fecheas portas. Com ela, a empresa tem um prazo para continuar operando enquantonegocia suas dívidas. Embora o processo de recuperação judicial não seja fácil, é possível sair do buraco e ter a empresa saudável e gerando lucro novamente. Para isso, primeiro é preciso entender...</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/as-fases-da-recuperacao-judicial/">As fases da recuperação judicial</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row "><div class="wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended" style="padding-top:0px;padding-bottom:0px" id="wpv-column-0153f98c3075738fb958abeacb067129" ><p>A recuperação judicial busca evitar que uma empresa com problemas financeiros feche<br />as portas. Com ela, a empresa tem um prazo para continuar operando enquanto<br />negocia suas dívidas.</p>
<p></p>
<p>Embora o processo de recuperação judicial não seja fácil, é possível sair do buraco e ter a empresa saudável e gerando lucro novamente. Para isso, primeiro é preciso entender <a href="https://en.mgadvog.com.br/o-que-e-a-recuperacao-judicial-e-como-ela-funciona/">o que é a recuperação judicial e como ela funciona.</a></p>
<p></p>
<p>Em seguida, é hora de conhecer as três fases do processo de recuperação judicial,<br />segundo o Art. 51.</p>
<p></p>
<p>Antes de iniciarmos, uma dica para empresas que pretendem<br />entrar com o pedido de recuperação judicial: façam uma auditoria em todos os<br />departamentos da empresa, bem como um levantamento dos valores devidos aos<br />credores e, principalmente, uma blindagem patrimonial.</p>
<p></p>
<p>Um aspecto em comum entre as empresas que iniciam o processo sem auditoria, é<br />descobrir que a dívida é maior do que o sabido. Dada a dica, vamos as fases da<br />recuperação judicial:</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fase postulatória</strong></h2>
<p></p>
<p>Na fase inicial, o empresário individual ou a sociedade empresarial apresenta o<br />requerimento do benefício. O pedido deve conter informações que comprovem que a<br />empresa tem direito ao processo de recuperação judicial.</p>
<p></p>
<p>No pedido devem ser apresentados:</p>
<p></p>
<p></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Demonstrações contábeis dos últimos três<br />anos;</li>
<li>Balanço patrimonial;</li>
<li>Demonstração de resultados acumulados;</li>
<li>Relatório gerencial de fluxo de caixa e<br />projeções;</li>
<li>Demonstração do resultado do último<br />exercício social;</li>
<li>Relação completa dos credores;</li>
<li>Informações dos colaboradores;</li>
<li>Certidão de regularidade do devedor no<br />Registro Público de Empresas, bem como o ato constitutivo atualizado e as atas<br />de nomeação dos administradores atuais;</li>
<li>Extratos bancários do devedor e seus<br />investimentos, aplicações, entre outros;</li>
<li>Relação dos bens particulares dos sócios<br />controladores e dos administradores do devedor.</li>
</ul>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fase deliberativa</strong></h2>
<p></p>
<p>Na segunda fase, o juiz vai decidir se a empresa tem o direito de ter processado o<br />pedido de recuperação judicial, contudo, isso não significa que o pedido será<br />aprovado, mas sim que ele será analisado pelo Judiciário.</p>
<p></p>
<p>Para que o pedido seja aprovado, a empresa deve estar:</p>
<p></p>
<p></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Exercendo suas atividades há, no mínimo,<br />dois anos;</li>
<li>Não estar em processo de falência, nem ter<br />sido decretada falência em momentos anteriores ao pedido;</li>
<li>Não ter passado pelo processo de<br />recuperação judicial nos últimos cinco anos;</li>
<li>O sócio controlador não pode ter sido<br />condenado por nenhum crime previsto na Lei 11.101/2005. Contudo, caso tenha<br />ocorrido, que a sentença tenha sido cumprida e transitada em julgado.</li>
</ul>
<p></p>
<p>Se o pedido for aprovado, o juiz nomeará um administrador judicial para acompanhar as operações da empresa e<br />determinar a suspensão de todas as ações que correm contra ela naquele momento.<br />A suspensão não costuma passar de 180 dias.</p>
<p></p>
<p>A empresa tem até 60 dias para apresentar o plano de recuperação judicial. Nele, o devedor solicita o refinanciamento<br />de suas dívidas com objetivo de evitar a falência. É importante mostrar aos<br />credores segurança na apresentação do plano, pois eles devem acreditar no<br />potencial de recuperação da empresa.</p>
<p></p>
<p>Em seguida, todos os credores devem se reunir em uma assembleia com objetivo de<br />analisar o plano de recuperação judicial da empresa. Após esse processo, se os<br />credores aprovarem o projeto por votação unânime, o juiz, enfim, permite que a<br />recuperação judicial ocorra.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fase de execução</strong></h2>
<p></p>
<p>Após a aprovação dos credores quanto ao plano de recuperação, a fase de execução é<br />iniciada. Nessa fase, os credores devem cumprir com todos os deveres decididos<br />no acordo.</p>
<p></p>
<p>Se a empresa pagar todas as dívidas e cumprir devidamente as obrigações<br />determinadas, a recuperação judicial será finalizada. Contudo, se acontecer o<br />contrário, será declarada a falência da empresa.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>
<p></p>
<p>Neste conteúdo aprendemos as fases da recuperação judicial: fase postulatória; fase<br />deliberativa; e fase de execução.</p>
<p></p>
<p>Conte com a MG Advogados para identificar o procedimento mais adequado à realidade da sua empresa. Em todo caso, somos especializados em recuperação judicial, e atuamos para que o processo seja bem-sucedido, e a empresa esteja equilibrada e fortalecida novamente.</p>
<p></p>
<p>SAIBA MAIS:</p>
<p><div class="wpv-video-frame"><iframe title="As fases da Recuperação Judicial" width="1260" height="709" src="https://www.youtube.com/embed/O4o8_0Z9w_A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div></p>
<p></p></div></div><p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/as-fases-da-recuperacao-judicial/">As fases da recuperação judicial</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é a recuperação judicial e como ela funciona</title>
		<link>https://en.mgadvog.com.br/o-que-e-a-recuperacao-judicial-e-como-ela-funciona/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-e-a-recuperacao-judicial-e-como-ela-funciona</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2019 17:52:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://en.mgadvog.com.br/?p=12675</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em crise desde que tornou-se alvo da Operação Lava Jato, a Odebrecht está em fase de recuperação judicial. A empresa vendeu vários negócios, as receitas diminuíram e as dívidas aumentaram, o que dificultou a aquisição de créditos e novos contratos. As dívidas chegam a R$98 bilhões e, desse valor, R$83,6 bilhões são passíveis à recuperação,...</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/o-que-e-a-recuperacao-judicial-e-como-ela-funciona/">O que é a recuperação judicial e como ela funciona</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="row "><div class="wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended" style="padding-top:0px;padding-bottom:0px" id="wpv-column-aad1719eccadcf7a2879e472d1b874a6" ></p>
<p>Em crise desde que tornou-se alvo da Operação Lava Jato, a Odebrecht está em fase de recuperação judicial. A empresa vendeu vários negócios, as receitas diminuíram e as dívidas aumentaram, o que dificultou a aquisição de créditos e novos contratos. As dívidas chegam a R$98 bilhões e, desse valor, R$83,6 bilhões são passíveis à recuperação, fazendo deste o maior processo da história brasileira.</p>
<p>Só neste ano, a Serasa somou 936 pedidos de recuperação judicial. Durante o processo, as empresas têm um prazo para continuar operando enquanto negociam suas dívidas. O recurso pode evitar que as empresas fechem as portas.</p>
<p>Entenda o que é a recuperação judicial e como ela funciona:</p>
<h2><strong>O que é recuperação judicial?</strong></h2>
<p>A recuperação judicial busca evitar que uma empresa com problemas financeiros encerre suas atividades. A companhia consegue um prazo para continuar trabalhando enquanto negocia suas dívidas, tudo sob mediação da Justiça.</p>
<h2><strong>Por que uma empresa pede recuperação judicial?</strong></h2>
<p>Em linhas gerais, as empresas que fazem o pedido de recuperação judicial estão enfrentando dívidas atrasadas e são incansavelmente cobradas pelos credores. Além de não conseguirem arcar com seus débitos, o balanço da empresa é insustentável, fazendo-a enxergar este processo como uma saída para a situação.</p>
<h2><strong>Quais tipos de empresas podem pedir?</strong></h2>
<p>Empresas privadas de qualquer porte e com mais de dois anos de atividade podem pedir à recuperação judicial. Contudo, a lei não é válida para empresas estatais e de capital misto, assim como para cooperativas de crédito e planos de saúde.</p>
<p>Empresas que pediram recuperação judicial há menos de cinco anos e são lideradas por empresários que já foram condenados por crime falimentar também não podem recorrer ao processo.</p>
<h2><strong>Quanto tempo pode durar a recuperação judicial?</strong></h2>
<p>Uma empresa pode permanecer em recuperação judicial por até 24 meses, contudo, o prazo pode variar de acordo com cada pedido.</p>
<h2><strong>O que deve ter no pedido de recuperação judicial?</strong></h2>
<p>No pedido devem ser apresentados: demonstrações contábeis dos últimos três meses; balanço patrimonial; demonstração de resultados acumulados; relatório gerencial de fluxo de caixa e projeções; demonstração do resultado do último exercício social; relação completa dos credores; informações dos colaboradores; e relação dos bens particulares dos sócios controladores e dos administradores do devedor.</p>
<p>A partir da homologação do pedido, a empresa deve apresentar o plano de recuperação em até 60 dias.</p>
<h2><strong>Como funciona a recuperação judicial?</strong></h2>
<p>De acordo com a lei, depois de aberto o pedido de recuperação, os credores definem a forma de pagamento das dívidas, prazos, descontos, entre outros detalhes. Com isso, a empresa ganha um fôlego a mais para prosseguir com suas atividades.</p>
<h2><strong>O que acontece se a empresa não cumprir com o plano de recuperação judicial?</strong></h2>
<p>Se a empresa não seguir à risca o plano de recuperação judicial, é decretada falência.</p>
<h2><strong>Quais as vantagens da recuperação judicial?</strong></h2>
<p>A recuperação judicial é considerada vantajosa porque permite que a empresa endividada se recupere e continue com suas atividades. Além disso, suas dívidas ficam congeladas por até 180 dias.</p>
<p>De acordo com a Associação de Jurimetria (ABJ), 42,2% dos processos de recuperação judicial com planos aprovados em 2016 em São Paulo foram concluídos com sucesso, isto é, sem resultar em falência.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>O processo de recuperação judicial é difícil, contudo, é possível sair do buraco e ter a empresa saudável e gerando lucro novamente. É importante salientar que o <strong><u><a href="https://en.mgadvog.com.br/compliance-fiscal-o-que-e-para-que-serve-e-como-colocar-em-pratica/">compliance</a> </u></strong> é um excelente investimento para evitar que a empresa chegue à esse ponto.</p>
<p>Por fim, a abertura de um processo de recuperação judicial somente é aceita pelo juiz caso a empresa tenha uma operação viável de suas atividades. Neste caso, entende-se que a empresa irá recuperar o negócio, superando, naquele momento, a crise econômica.</p>
<p>Conte com a MG Advogados para identificar o procedimento mais adequado a realidade da sua empresa. Em todo caso, somos especializados em recuperação judicial, e atuamos para que o processo seja bem sucedido, e a empresa esteja equilibrada e fortalecida novamente.</p>
<h2>Saiba mais:</h2>
<div class="wpv-video-frame"><iframe title="O que é a recuperação judicial e como ela funciona?" width="1260" height="709" src="https://www.youtube.com/embed/0xU1JreJ4BI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Ainda está com dúvidas e precisa do suporte de um <a href="https://en.mgadvog.com.br/advogados/">escritório de advocacia</a>? Fale com um<a href="https://en.mgadvog.com.br/contato/"> advogado</a>.</p>
<p></div></div></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/o-que-e-a-recuperacao-judicial-e-como-ela-funciona/">O que é a recuperação judicial e como ela funciona</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reorganização Societária: a incorporação como meio de transformação de empresas em matriz e filiais</title>
		<link>https://en.mgadvog.com.br/reorganizacao-societaria-a-incorporacao-como-meio-de-transformacao-de-empresas-em-matriz-e-filiais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=reorganizacao-societaria-a-incorporacao-como-meio-de-transformacao-de-empresas-em-matriz-e-filiais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2019 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://en.mgadvog.com.br/?p=12668</guid>

					<description><![CDATA[<p>Engana-se quem acredita que ter vários CNPJ’s, ao invés de matriz e filiais, pode ser a salvação para pagar menos impostos. Ao contrário, essa operação pode ser caracterizada como prática para mascarar a ocorrência do fato gerador com intuito de sonegar impostos. Isso sem contar a dificuldade em administrar todos os CNPJ’s e as obrigações...</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/reorganizacao-societaria-a-incorporacao-como-meio-de-transformacao-de-empresas-em-matriz-e-filiais/">Reorganização Societária: a incorporação como meio de transformação de empresas em matriz e filiais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="row "><div class="wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended" style="padding-top:0px;padding-bottom:0px" id="wpv-column-703cfa59d5f92569e7a75dd9f6b80344" ></p>
<p>Engana-se quem acredita que ter vários CNPJ’s, ao invés de matriz e filiais, pode ser a salvação para pagar menos impostos. Ao contrário, essa operação pode ser caracterizada como prática para mascarar a ocorrência do fato gerador com intuito de sonegar impostos. Isso sem contar a dificuldade em administrar todos os CNPJ’s e as obrigações duplicadas.</p>
<h2><strong>Então, como expandir de forma correta e saudável o meu negócio?</strong></h2>
<p>São várias as formas de reorganização societária passíveis de serem adotadas pelas empresas, cujo objetivo vai variar de acordo com as necessidades e interesses de cada sociedade, seus sócios e investidores. Neste conteúdo destacaremos a modalidade de reorganização societária conhecida como incorporação.</p>
<p>Reorganizar as estruturas de uma organização por meio da incorporação societária pode ser a solução estratégica ideal para resolver problemas como: expansão do negócio; diminuição de concorrentes; redução de custos; diversificação dos negócios; aumento da competitividade no mercado; e mais acesso a financiamentos.</p>
<h2><strong>O que é incorporação societária?</strong></h2>
<p>A incorporação societária ocorre quando uma ou mais sociedades são consumidas por outra, ocorrendo a extinção das primeiras. A sociedade incorporadora absorve todos os direitos e obrigações da incorporada, isto é, no caso da transformação de empresas em matriz e filiais, os vários CNPJ’s são absorvidos por 1 único.</p>
<h2><strong>Quais os benefícios da incorporação societária?</strong></h2>
<p>Um dos principais benefícios da incorporação societária é a possibilidade de recolhimento centralizado dos tributos. Por exemplo, no caso do imposto de renda e da contribuição social, mesmo que alguns estabelecimentos estejam dando prejuízo contábil enquanto outros lucro, no recolhimento centralizado o prejuízo de um estabelecimento é compensado com o lucro do outro.</p>
<p>Da mesma forma o PIS, CONFINS e o ICMS, que também podem ser recolhidos de modo centralizado, dependendo do regime de apuração de impostos escolhido.</p>
<p>Outro beneficio claro é na administração do negócio, uma vez que, com a incorporação societária é possível obter o gerenciamento interno centralizado, uma conta bancária única, e um setor de contas a pagar muito mais simplificado. Além disso, o seu contador ainda poderá apresentar relatórios individuais de cada filial.</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>Como você pôde ver, uma empresa com vários CNPJ’s pode utilizar a incorporação societária como meio de transformação de empresas em matriz e filiais. Contudo, é importante avaliar bem o andamento da empresa e contar com uma assessoria jurídica para projetar seus indicadores e evitar dores de cabeça para o seu negócio. Assim, sua empresa pode continuar crescendo e prosperando estando 100% na legalidade.</p>
<h2>Saiba mais sobre a Reorganização Societária:</h2>
<div class="wpv-video-frame"><iframe loading="lazy" title="Reorganização Societária: Incorporação como meio de transformação de empresas em matriz e filial" width="1260" height="709" src="https://www.youtube.com/embed/YpBKYyzDKgY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<div class="post-content the-content">
<p>Ainda está com dúvidas e precisa do suporte de um <a href="https://en.mgadvog.com.br/contato/">escritório de advocacia</a>? Fale com um <a href="https://en.mgadvog.com.br/advogados/">advogado</a>.</p>
</div>
<p></div></div></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/reorganizacao-societaria-a-incorporacao-como-meio-de-transformacao-de-empresas-em-matriz-e-filiais/">Reorganização Societária: a incorporação como meio de transformação de empresas em matriz e filiais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 passos para colocar o compliance em prática</title>
		<link>https://en.mgadvog.com.br/5-passos-para-colocar-o-compliance-em-pratica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=5-passos-para-colocar-o-compliance-em-pratica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2019 18:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://en.mgadvog.com.br/?p=12660</guid>

					<description><![CDATA[<p>Conhecida como uma espécie de “polícia” das empresas, o compliance não serve apenas para estabelecer normas internas, mas também para garantir a conformidade do negócio quanto à regulamentação, à legislação, às diretrizes e à boa reputação. Segundo dados da Amscham Brasil, 60% das empresas investiram mais em compliance depois dos escândalos das operações da Lava-Jato....</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/5-passos-para-colocar-o-compliance-em-pratica/">5 passos para colocar o compliance em prática</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="row "><div class="wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended" style="padding-top:0px;padding-bottom:0px" id="wpv-column-dc7f448274bfd7103eaecaa4ad01a8f9" ></p>
<p>Conhecida como uma espécie de “polícia” das empresas, o <strong>compliance</strong> não serve apenas para estabelecer normas internas, mas também para garantir a conformidade do negócio quanto à regulamentação, à legislação, às diretrizes e à boa reputação.</p>
<p>Segundo dados da Amscham Brasil, 60% das empresas investiram mais em <strong>compliance</strong> depois dos escândalos das operações da Lava-Jato. Este é momento de mudar o ambiente institucional das empresas e fazer negócios de forma correta e legal.</p>
<p>Se você quer que a conduta ética seja incorporada à cultura organizacional da sua empresa, veja agora como implantar o<strong> compliance</strong> em sua empresa em 5 passos!</p>
<h2><strong>Primeiro passo: elaborar o código de conduta e o termo de responsabilidade</strong></h2>
<p>O primeiro passo para colocar o <strong>compliance</strong> em prática é contar com um especialista no assunto para elaborar um código de conduta e um termo de responsabilidade, conscientizando os funcionários sobre seus direitos e deveres. Em processos tão importantes, é fundamental ter assessoria de um time especializado em <strong>compliance.</strong></p>
<p>No material desenvolvido, é importante destacar a política de segurança da informação da empresa, abordando as responsabilidade na utilização de equipamentos corporativos; obrigatoriedade de bloqueio de senha automático; antivírus; backup; entre outros.</p>
<h2><strong>Segundo passo: identificar os riscos</strong></h2>
<p><strong> </strong>O segundo passo é fazer um mapeamento de riscos, conhecendo as vulnerabilidades da empresa. Para realizar esse processo de forma eficiente, é preciso contar com o auxilio dos colaboradores de todos os departamentos. Assim, sua empresa identifica quais processos estão desorganizados, ineficientes e redundantes.</p>
<h2><strong>Terceiro passo: divulgar a importância de seguir as regras</strong><strong> </strong></h2>
<p>Depois que o <strong>compliance</strong> for feito sob medida para a sua empresa, levando em consideração seu tamanho e suas peculiaridades, é hora de apostar no endomarketing para divulgar a importância de seguir as regras e procedimentos internos.</p>
<p>Crie um canal de comunicação, no qual o colaborador também possa denunciar condutas inadequadas. Uma dica é desenvolver campanhas de conscientização e manter os gestores sempre à disposição para conversar com os colaboradores.</p>
<h2><strong>Quarto passo: treinamentos devem ser constantes</strong></h2>
<p>São tantas mudanças nos processos internos que um treinamento eficaz pode tornar esse processo menos traumático para todos. É necessário explicar que as novas condutas são para garantir a segurança de todos, bem como sua proteção contra fraudes e desvios.<strong> </strong></p>
<p>Contudo, não basta fazer apenas uma vez. Torne os treinamentos, monitoramentos, conscientizações e verificações, constantes em sua empresa. Os processos internos da sua empresa podem mudar a qualquer momento, então, é essencial que o <strong>compliance</strong> se mantenha sempre atualizado.</p>
<h2><strong>Quinto passo: a gerencia e a diretoria devem ser exemplo</strong></h2>
<p>Não se esqueça que o exemplo vem de cima, logo, a gerencia e a diretoria devem agir com justiça e prezar por atitudes éticas, tanto nos negócios quanto na relação com o colaborador.</p>
<p>Mostre, através de atitudes, que sua empresa não se envolve com atos imorais, por exemplo, no caso de uma concorrência com fornecedores, não envolva sua família ou permita que parentes entrem na disputa. Haja sempre com ética que, com o tempo, a ideia será incorporada dentro da empresa.</p>
<p><a href="https://en.mgadvog.com.br/areas-de-atuacao/compliance-fiscal/">O <strong>compliance</strong></a> é uma das áreas que nós da MG Advogados atuamos, isso envolve análises, treinamentos, revisões, entre outros, e nada mais é do que deixar sua empresa em conformidade jurídica com o fisco. A MG Advogados está pronta para deixar sua empresa atualizada.</p>
<h2>Alexandre Ramalho te conta mais um pouco sobre compliance :</h2>
<div class="wpv-video-frame"><iframe loading="lazy" title="5 passos para colocar o compliance em prática" width="1260" height="709" src="https://www.youtube.com/embed/ebf4ovrWO3A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Ainda está com dúvidas e precisa do suporte de um <a href="https://en.mgadvog.com.br/contato/">escritório de advocacia</a>? Fale com um <a href="https://en.mgadvog.com.br/advogados/">advogado</a>.</p>
<p></div></div></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/5-passos-para-colocar-o-compliance-em-pratica/">5 passos para colocar o compliance em prática</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Compliance Fiscal: o que é, para que serve e como colocar em prática</title>
		<link>https://en.mgadvog.com.br/compliance-fiscal-o-que-e-para-que-serve-e-como-colocar-em-pratica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=compliance-fiscal-o-que-e-para-que-serve-e-como-colocar-em-pratica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 19:32:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://en.mgadvog.com.br/?p=12652</guid>

					<description><![CDATA[<p>As ações do banco BTG Pactual caíram 18,4% na bolsa de valores no dia 26 de Agosto de 2019. Já no dia 23 do mesmo mês houve queda de 15,2%. A BTG Pactual perdeu quase um terço do valor de mercado e você deve estar se perguntando o por quê. A queda foi motivada pela...</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/compliance-fiscal-o-que-e-para-que-serve-e-como-colocar-em-pratica/">Compliance Fiscal: o que é, para que serve e como colocar em prática</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="row "><div class="wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended" style="padding-top:0px;padding-bottom:0px" id="wpv-column-5ea0ef808d139d5b603e89a9760422a4" ></p>
<p>As ações do banco BTG Pactual caíram 18,4% na bolsa de valores no dia 26 de Agosto de 2019. Já no dia 23 do mesmo mês houve queda de 15,2%. A BTG Pactual perdeu quase um terço do valor de mercado e você deve estar se perguntando o por quê. A queda foi motivada pela investigação da Operação Lava Jato, que contou com buscas e apreensões em endereços relacionados ao banco.</p>
<p>Uma denúncia feita em 2016 desencadeou toda a investigação. A BTG Pactual era suspeita de controlar um esquema de lavagem de dinheiro e administrar um departamento de propinas. O banco negou realizar atividades criminosas, contudo, não foi possível livrar-se da queda da empresa na bolsa de valores.</p>
<p>A BTG Pactual, assim como a Petrobras, o Bradesco e a JBS enfrentaram a desvalorização na bolsa de valores após acusações e investigações na Justiça. O objetivo deste artigo não é classificar culpados ou inocentes, mas sim levantar as consequências econômicas que as investigações trouxeram as empresas e, como evitar que sua empresa enfrente o mesmo problema.</p>
<p>As denúncias as empresas de capital aberto causaram tombos imediatos na bolsa de valores. Investigações por irregularidades financeiras, fraudes, cartéis, propinas, assédio, entre outros, custaram a reputação das empresas no mercado econômico. A eclosão de escândalos negativaram a imagem das empresas e a recuperação da confiança e da transparência está sendo árdua.</p>
<p>Erros são inerentes a qualquer operação, contudo, não deve-se condenar a empresa para sempre, principalmente se ela fez tudo o que foi imposto para sua remissão.</p>
<p>Começamos este conteúdo falando sobre escândalos de corrupção justamente para levantarmos a importância do <strong>Compliance</strong> na redução de penalidades e danos à reputação das empresas. As investigações envolvendo o setor público e privado têm varrido o País nos últimos anos, e a MG Advogados acredita que este é momento de mudar o ambiente institucional das empresas e fazer negócios de forma correta e legal.</p>
<p>Neste cenário, falaremos sobre o <strong>Compliance</strong>: o que é, para que serve e como colocar em prática na sua empresa.</p>
<h2><strong>O que é e para que serve o Compliance?</strong></h2>
<p>Conhecida como uma espécie de “polícia” das empresas, o <strong>Compliance</strong> pode garantir a conformidade do negócio quanto à regulamentação, à legislação, às diretrizes e à boa reputação. O <strong>Compliance</strong> permite o alinhamento de todas as áreas da empresa e expõe a importância da transparência em todos os processos empresarias.</p>
<p>Com ele, é possível gerenciar informações que podem representar um perigo para as empresas. Seu principal benefício é justamente evitar prejuízos financeiros e danos à reputação da empresa caso alguém viole as regras.</p>
<p>O <strong>Compliance</strong> garante que a sua empresa “ande na linha”, controle e organize os processos internos de maneira segura e transparente, promovendo um futuro sem surpresas para o seu negócio.</p>
<h2><strong>Como colocar em prática o Compliance?</strong></h2>
<p>O primeiro passo para colocar o <strong>Compliance</strong> em prática é contar com um especialista no assunto para elaborar um código de conduta. Aposte no endomarketing para te ajudar a divulgar a importância de seguir as regras e procedimentos internos. É essencial criar um canal de comunicação, no qual o colaborador também possa denunciar condutas inadequadas.</p>
<p>Não se esqueça que o exemplo vem de cima, logo, a gerencia e a diretoria devem agir com justiça e prezar por atitudes éticas, tanto nos negócios quanto na relação com o colaborador. A ideia é crescer mas sem sacrificar os valores da empresa. Essa mensagem deve ser clara para todos.</p>
<p>Mostre, através de atitudes, que sua empresa não se envolve com atos imorais, por exemplo, no caso de uma concorrência com fornecedores, não envolva sua família ou permita que parentes entrem na disputa. Haja sempre com ética que, com o tempo, a ideia será incorporada dentro da empresa.</p>
<p>Com isso, além de reduzir penalidades e danos à reputação da sua empresa, você também ganha credibilidade por parte dos clientes, investidores, colaboradores e fornecedores. Você aumenta a eficiência e a qualidade dos produtos e serviços prestados, e melhora os níveis de governança corporativa.</p>
<p>É responsabilidade do <strong>Compliance</strong> analisar detalhadamente os riscos operacionais; gerenciar os controles internos (como uma espécie de “policial” das normas); elaborar planos de melhoria; adequar os departamentos às normas e procedimentos; monitorar a área de segurança da informação; realizar auditorias frequentes; fiscalizar a conformidade contábil.</p>
<h2><strong>O que acontece se eu não tiver um Compliance?</strong></h2>
<p>Não ter um setor de Compliance estruturado implica em muitas desvantagens e riscos, entre os principais estão:</p>
<ul>
<li>Penalidades: não estar de acordo com as normas fiscais e tributárias tem como consequência o pagamento de multas e outras punições legais;</li>
<li>Lentidão nos processos internos: falha na comunicação, demora na execução fiscal, além da não otimização de tempo do funcionário;</li>
<li>Desatualização e desconhecimento: com o Compliance Fiscal a empresa fica atenta às mudanças tributárias e agiliza o pagamento de tributos;</li>
<li>Imagem negativa no mercado: nenhuma empresa quer ficar conhecida por escândalos, certo?</li>
</ul>
<p>O Compliance é uma das áreas que nós da MG Advogados atuamos, isso envolve análises, treinamentos, revisões, entre outros, e nada mais é do que deixar sua empresa em conformidade jurídica com o fisco. A MG Advogados está pronta para deixar sua empresa atualizada.</p>
<h2>Saiba mais sobre Compliance Fiscal :</h2>
<div class="wpv-video-frame"><iframe loading="lazy" title="O que é, para que serve e como colocar em prática o Compliance Fiscal?" width="1260" height="709" src="https://www.youtube.com/embed/dblJUBfPoTE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Ainda está com dúvidas e precisa do suporte de um <a href="https://en.mgadvog.com.br/contato/">escritório de advocacia</a>? Fale com um <a href="https://en.mgadvog.com.br/advogados/">advogado</a>.</p>
<p></div></div></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/compliance-fiscal-o-que-e-para-que-serve-e-como-colocar-em-pratica/">Compliance Fiscal: o que é, para que serve e como colocar em prática</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estratégias que geram economia fiscal: conheça a reorganização societária e o planejamento tributário</title>
		<link>https://en.mgadvog.com.br/estrategias-que-geram-economia-fiscal-conheca-a-reorganizacao-societaria-e-o-planejamento-tributario/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estrategias-que-geram-economia-fiscal-conheca-a-reorganizacao-societaria-e-o-planejamento-tributario</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2019 11:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://en.mgadvog.com.br/?p=12641</guid>

					<description><![CDATA[<p>Talvez você não saiba, mas existem meios legais e seguros para diminuir a carga tributária em seu negócio. Neste contexto, a reorganização societária aliada ao planejamento tributário ganhou destaque entre as estratégias que geram economia fiscal, aumento de eficiência e competitividade para as empresas. Com cerca de 33% do faturamento destinado às obrigações legais, muitos...</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/estrategias-que-geram-economia-fiscal-conheca-a-reorganizacao-societaria-e-o-planejamento-tributario/">Estratégias que geram economia fiscal: conheça a reorganização societária e o planejamento tributário</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="row "><div class="wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended" style="padding-top:0px;padding-bottom:0px" id="wpv-column-f0a50ef0192452cabb51eff538e2070f" ></p>
<p>Talvez você não saiba, mas existem meios legais e seguros para diminuir a carga tributária em seu negócio. Neste contexto, a reorganização societária aliada ao planejamento tributário ganhou destaque entre as estratégias que geram economia fiscal, aumento de eficiência e competitividade para as empresas.</p>
<p>Com cerca de 33% do faturamento destinado às obrigações legais, muitos empresários fecham as portas por não conseguirem lidar com os impostos e ainda manter a lucratividade. Muitos, inclusive, têm receio de apostar em estratégias de diminuição de carga tributária e sofrer alguma sanção do Governo.</p>
<p>É por isso que, a seguir, falaremos das medidas que podem ser adotadas para reduzir impostos estando dentro da lei, sem riscos fiscais, e respeitando preceitos morais. Confira:</p>
<h2><strong>Como pagar menos impostos?</strong></h2>
<p>O primeiro passo para que você pague menos impostos é utilizar a reorganização societária aliada a um planejamento tributário adequado e focado no recolhimento do menor imposto possível.</p>
<p>O regime tributário praticado por uma empresa determina se os resultados dela serão positivos ou negativos. Um negócio que está vinculado desde o início das operações a um determinado modelo de tributação acaba se acomodando e, muitas vezes, não percebe que outra alternativa de regime seria melhor para a empresa naquele ano fiscal.</p>
<p>O planejamento tributário bem feito identifica oportunidades de redução de custos tributários, aproveitamento de incentivos fiscais, e, por consequência, aumenta a lucratividade. Ou seja, é possível pagar menos impostos e trabalhar na legalidade dento do regime mais apropriado para a realidade da sua empresa.</p>
<p>Contudo, um mau planejamento pode causar evasão fiscal, isto é, sonegação de impostos e penalidades para sua empresa. Veja a seguir como evitar a evasão fiscal:</p>
<h2><strong>Evasão fiscal ou elisão fiscal?</strong></h2>
<p>A evasão fiscal nada mais é do que um ato de sonegação fiscal, no qual o empresário suprime valores de tributos com intuito de se beneficiar no pagamento de impostos. A evasão fiscal normalmente ocorre no momento da declaração fiscal ou na omissão de notas fiscais de determinados faturamentos.</p>
<p>A evasão fiscal também pode acontecer por engano, quando o empresário não entende ou não tem um planejamento tributário e, não declara de forma correta seus ganhos. Contudo, independentemente da intenção, são considerados ilícitos e enquadrados como falsificação, sonegação, fraude, entre outros.</p>
<p>Já a elisão fiscal é justamente o contrário: ela encontra meios legais e seguros para reduzir ou extinguir taxas e tributos. Quando uma empresa possui um planejamento tributário eficiente, é simples saber quais são as taxas e impostos em cada operação e o que pode ser feito para que elas não tragam impactos negativos para o negócio.</p>
<h2><strong>Quais os benefícios da reorganização societária?</strong></h2>
<p>Você sabia que 90% das empresas no Brasil são familiares? Contudo, a cada 100 negócios familiares, apenas 5% conseguem chegar à terceira geração, segundo dados do IBGE. A ruína dessas empresas está ligada, frequentemente, a falta de um planejamento estratégico de sucessão, ou melhor, ausência de reorganização societária e  planejamento tributário.</p>
<p>A reorganização societária possibilita que haja profissionalização na administração, correta e proporcional distribuição dos lucros e dividendos, e organização na tomada de decisões, garantindo assim a estabilidade do seu negócio não só na geração presente, mas também nas futuras.</p>
<p>Portanto, a reorganização societária aliada ao planejamento tributário e a prática de elisão fiscal podem contribuir efetivamente para que você economize com os impostos e garanta a estabilidade da empresa nas gerações futuras.</p>
<p>Para ter sucesso nessa empreitada, é fundamental contar com uma consultoria jurídica especializada. Só assim é possível garantir que tudo seja feito conforme os preceitos legais, afim de evitar futuros problemas.</p>
<h2>Saiba mais sobre a relação entre Planejamento Tributário e Reorganização Societária :</h2>
<div class="wpv-video-frame"><iframe loading="lazy" title="Relação entre Planejamento Tributário e Reorganização Societária" width="1260" height="709" src="https://www.youtube.com/embed/T9TfFuikhnY?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p></div></div></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/estrategias-que-geram-economia-fiscal-conheca-a-reorganizacao-societaria-e-o-planejamento-tributario/">Estratégias que geram economia fiscal: conheça a reorganização societária e o planejamento tributário</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quais os benefícios de uma holding patrimonial familiar?</title>
		<link>https://en.mgadvog.com.br/quais-os-beneficios-de-uma-holding-patrimonial-familiar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=quais-os-beneficios-de-uma-holding-patrimonial-familiar</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2019 19:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://en.mgadvog.com.br/?p=12596</guid>

					<description><![CDATA[<p>Começar do zero, montar o seu próprio negócio, fazê-lo crescer e, depois, preparar os filhos sucessores.Se você atingiu esse estágio na sua empresa, ou almeja atingi-lo, é hora de conhecer a importância da holding patrimonial familiar. Para entender mais sobre holding patrimonial familiar, vamos conhecer primeiro seu significado, importância e os benefícios de adotá-la em...</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/quais-os-beneficios-de-uma-holding-patrimonial-familiar/">Quais os benefícios de uma holding patrimonial familiar?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row "><div class="wpv-grid grid-1-1  wpv-first-level first unextended" style="padding-top:0px;padding-bottom:0px" id="wpv-column-9186952ab93f3fc7d0ecf288d27a5860" ><p>Começar do zero, montar o seu próprio negócio, fazê-lo crescer e, depois, preparar os filhos sucessores.<br />Se você atingiu esse estágio na sua empresa, ou almeja atingi-lo, é hora de conhecer a importância da <strong>holding patrimonial familiar.</strong></p>
<p></p>
<p>Para entender mais sobre <strong>holding patrimonial familiar</strong>, vamos conhecer primeiro seu significado, importância e os benefícios de adotá-la em seu negócio.</p>
<p>Confira:</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a holding?</strong></h2>
<p></p>
<p>Holding é uma sociedade empresarial constituída com objetivo exercer controle sobre outras empresas. A holding é sócia majoritária dos negócios e toma decisões na administração gerencial e política de outras empresas.</p>
<p></p>
<p>A holding não tem responsabilidade de exercer outras funções, seu foco é o gerenciamento de outros negócios.</p>
<p></p>
<p>A holding pode ser pura ou mista. Quando a atividade principal é a participação societária em outras empresas, a holding será pura. Já quando além da participação societária, ela tem outra função, como prestação de serviços, comércio de bens, a holding será mista.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a holding patrimonial?</strong></h2>
<p></p>
<p>A holding patrimonial, conhecida também como holding familiar, tem objetivo de proteger o patrimônio de uma família. Ao criar uma holding, transferem-se os bens da pessoa física (patriarca) para a pessoa jurídica, por meio de integralização destes bens e direitos ao capital social. Deste modo, o patrimônio do patriarca fica protegido contra variáveis financeiras e judiciais decorrentes de imprevistos e insucessos de sua atividade econômica, que possam refletir em seu patrimônio pessoal.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais os benefícios da holding patrimonial?</strong></h2>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Planejamento sucessório</strong></h2>
<p></p>
<p>Além da proteção do patrimônio, a holding pode também facilitar o planejamento sucessório. Ou seja, os bens podem ser partilhados ainda em vida por meio da antecipação da legítima, evitando assim, conflitos entre membros de cada família.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Redução fiscal</strong></h2>
<p></p>
<p>Não é de hoje que o Governo propõe aumentar a tributação sobre o patrimônio e as grandes<br />fortunas. Através da holding patrimonial familiar, você pode reduzir consideravelmente a carga tributária que incidente nos processos de inventário e partilha.</p>
<p></p>
<p>Além disso, há de se considerar a economia de tempo expressiva: enquanto que o processo de inventário pode levar mais de 1 ano, a holding leva em média 90 dias.</p>
<p></p>
<p>Também podemos falar em redução da carga tributária no que se refere à tributação de rendimentos de aluguel de imóveis. Isso porque, na pessoa física, a renda de aluguel é tributada de Imposto de Renda na alíquota de 27,5%, e na pessoa jurídica, depois da integralização, paga-se sobre os rendimentos de aluguel 14,53% (10,88% de Imposto de renda e 3,65 de PIS e COFINS).</p>
<p></p>
<p>Há também, a possibilidade de obtenção de crédito de PIS e de COFINS, quando o imóvel é alugado para pessoas jurídicas.</p>
<p></p>
<p>Desta forma, se você exerce sua atividade financeira em imóvel próprio, e se este for de propriedade de uma holding, além da redução da tributação de Imposto de Renda, você ainda terá crédito de 9,25% de PIS e COFINS sobre o valor do aluguel.</p>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Veja abaixo um comparativo dos benefícios de uma holding e um inventário<br />convencional</strong></h2>
<p>*Os valores considerados não são fixos e aplicáveis para todos os casos.<br />Os valores considerados são do Estado de São Paulo.</p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<table class="wp-block-table">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Vantagens da holding patrimonial versus<br />processo inventário</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Eventos</strong></td>
<td><strong>Holding Familiar</strong></td>
<td><strong>Inventário</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>1) Tributo Estadual sobre o<br />total da Herança ou Doação (ITCMD)</td>
<td>Isenção até limites legais; e redução de até 2/3<br />da  BC quando de antecipação da legítima.</td>
<td>Em alguns Estados já chega a 8% sobre o valor de<br />mercado do bens</td>
</tr>
<tr>
<td>2) Tempo de Finalização</td>
<td> 90 dias em média.</td>
<td>Mais de 1 ano.</td>
</tr>
<tr>
<td>3) Tributação dos Rendimentos</td>
<td>De 1% a 13%</td>
<td>27.50%</td>
</tr>
<tr>
<td>4) Tributação sobre os Bens<br />Imóveis (ITBI)</td>
<td>Não incidência quando da integralização do capital.</td>
<td>Em média 3% sobre o valor venal ou valor de mercado</td>
</tr>
<tr>
<td>5) Taxa Judiciária</td>
<td>Não incidência em virtude da antecipação da sucessão.</td>
<td>A razão de 1% sobre o total dos bens declarados no<br />inventário</td>
</tr>
<tr>
<td>6) Honorários Advocatícios</td>
<td>Não há</td>
<td>De até 6%<br />sobre o total do<br />patrimônio do espólio.</td>
</tr>
<tr>
<td>7) Tributação na Venda de Bens<br />Móveis</td>
<td>6,73%</td>
<td> 15%</td>
</tr>
<tr>
<td>8) Processo Operacional</td>
<td>Diretoria<br />Executiva</td>
<td>Autorização<br />judicial ou do<br />Oficial de Registro.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></p>
<p></p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Reestruturação empresarial</strong></h2>
<p></p>
<p>A holding patrimonial familiar também pode ser vantajosa para uma reestruturação empresarial. Como é o caso do Grupo Silvio Santos, que possui uma organização central que administra suas ações. Ele detém o controle de mais de 40 empreendimentos, como o SBT, SSR Cosméticos, Lojas do Baú da Felicidade, entre outros. Neste contexto, a restruturação empresarial transformou todas as empresas do Silvio Santos em um só grupo econômico. Assim, a holding pode gerenciar questões pessoais do patriarca, conflitos, casamentos, divórcios, separarão e comunhão de bens, procurações, entre outros.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Recapitulando, neste conteúdo apresentamos alguns motivos para criação de uma holding patrimonial familiar na sua empresa: garantir proteção ao patrimônio do patriarca; evitar conflitos entre herdeiros; economia fiscal; reestruturação empresarial; diminuição de custas judiciais; planejamento sucessório; diminuição de tempo em ações judiciais de inventário.</p>
<h3>Saiba mais sobre holding patrimonial familiar:</h3>
<p><div class="wpv-video-frame"><iframe loading="lazy" title="O que é e quais são as vantagens de constituir uma Holding Patrimonial" width="1260" height="709" src="https://www.youtube.com/embed/u1Y4c-LGDsI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div></p>
<p></p>
<p></p>
<p>Ainda está com dúvidas e precisa do suporte de um <a href="https://en.mgadvog.com.br/contato/">escritório de advocacia</a>? Fale com um <a href="https://en.mgadvog.com.br/advogados/">advogado</a>.</p>
<p></p></div></div><p>O post <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br/quais-os-beneficios-de-uma-holding-patrimonial-familiar/">Quais os benefícios de uma holding patrimonial familiar?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://en.mgadvog.com.br">MG advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
